sexta-feira, fevereiro 15, 2013

ATRIBUTOS CELESTIAIS


Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade. João 17:17

Cada momento do nosso tempo de graça é precioso, pois é um tempo para a edificação do caráter. Devemos dar a mais séria atenção ao cultivo de nossa natureza espiritual. Precisamos guardar o coração e vigiar os pensamentos para que a impureza não macule nosso ser.
É necessário manter cada faculdade da mente na melhor condição possível para que possamos servir a Deus na medida de nossa capacidade. Nada que interrompa nossa comunhão com Deus deve ser permitido. [...]

Temos uma obra a fazer neste mundo, e não devemos permitir que nos tornemos absortos em nós mesmos, esquecendo-nos assim dos direitos de Deus e da humanidade sobre nós. Se buscarmos a Deus com fervor, Ele nos impressionará por Seu Santo Espírito. Ele sabe do que necessitamos, pois está familiarizado com todas as nossas fraquezas e deseja que deixemos de lado o eu para que possamos nos tornar bondosos em pensamentos, palavras e atos. Precisamos parar de falar de nós mesmos, de fazer de nossas necessidades e desejos o único objeto de nossos pensamentos. Deus deseja que cultivemos os atributos do Céu. [...]

Com que paciência suportaríamos as faltas e erros de nossos irmãos, se nos lembrássemos de quão grandes são nossos fracassos à vista de Deus! Como podemos orar a nosso Pai celestial: “Perdoa-nos as nossas dívidas, como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6:12), se somos condenadores, ressentidos, exigentes em nossa maneira de tratar os outros? Deus deseja que sejamos mais bondosos, mais afetuosos e amáveis, menos críticos e suspeitosos. Oh, que todos tivéssemos o espírito de Cristo, e soubéssemos como tratar com nossos irmãos e semelhantes! [...]

Há muitos entre os que professam ser seguidores de Cristo que procuram justificar os próprios defeitos salientando os erros dos outros. Devemos imitar o exemplo de Jesus. Quando Ele era injuriado, não injuriava também, mas entregava-Se Àquele que julga com justiça. [...] Ele era a Majestade do Céu. E em Seu puro coração não havia espaço para o espírito de represália, mas unicamente para a piedade e o amor. [...]

Podemos nos esquecer de algum ato de bondade que façamos; poderá se apagar de nossa memória; a eternidade, porém, fará sobressair em todo o seu brilho cada ato feito em favor da salvação de pessoas, cada palavra proferida para conforto dos filhos de Deus; e esses atos praticados por amor de Cristo serão parte de nossa alegria por toda a eternidade (Review and Herald, 24 de fevereiro de 1891).


Para ouvir ou baixar esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)



quinta-feira, fevereiro 14, 2013

UNIDOS COM O MESTRE


Aquele que diz que permanece nEle, esse deve também andar assim como Ele andou. 1 João 2:6

Temos uma grande obra para fazer, se quisermos herdar a vida eterna. Temos que renunciar à impiedade e às concupiscências mundanas e viver uma vida de justiça. Muitos ensinam que crer em Jesus é tudo quanto é necessário à salvação, mas que diz a palavra da verdade? – “A fé sem obras é morta” (Tg 2:26). Devemos lutar “o bom combate da fé”, tomar “posse da vida eterna”, tomar a cruz, negar o próprio eu, combater contra a carne, e seguir diariamente os passos do Redentor. Não há para nós salvação, exceto em Jesus, pois é pela fé nEle que recebemos poder para nos tornar filhos e filhas de Deus; porém, não é essa simples fé passageira, é uma fé que realiza as obras de Cristo. [...]

A fé viva se manifesta na exibição de um espírito de sacrifício e dedicação para com a causa de Deus. Os que o possuem acham-se sob o estandarte do Príncipe Emanuel e travam com êxito uma batalha contra os poderes das trevas. [...]

Genuína fé em Jesus leva à renúncia do eu; entretanto, por mais alta que seja a profissão, se o eu for exaltado e condescendente, a fé em Jesus não estará no coração. Por uma vida de consagração diária, o verdadeiro cristão mostra que foi comprado por um alto preço e que não pertence a si mesmo.

Quem quer que assuma a atitude de que não faz diferença se guardamos ou não os mandamentos de Deus, não está relacionado com Cristo. [...] O erro fatal é pensar que não é preciso fazer nada para alcançar a salvação. Vocês precisam cooperar com os agentes celestiais. [...]

Os que estão ligados a Jesus se acham em união com o Criador e Mantenedor de todas as coisas. Têm um poder que o mundo não pode dar nem tomar. Mas, embora grandes e exaltados privilégios lhes tenham sido conferidos, não devem simplesmente se alegrar em suas bênçãos. Como mordomos da multiforme graça de Deus, devem se tornar uma bênção aos outros. [...]

Somos guardadores de nosso irmão. Cristo “a Si mesmo Se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade e purificar, para Si mesmo, um povo exclusivamente Seu, zeloso de boas obras” (Tt 2:11-14). E a fé que opera esse zelo em nós é somente a fé genuína. Se o ramo permanece na Videira Verdadeira, sua união se manifesta pelos frutos que dela brotam, “pois, pelos seus frutos os conhecereis” (Mt 7:20) (Review and Herald, 6 de março de 1888).


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(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


quarta-feira, fevereiro 13, 2013

CRESCENDO E MULTIPLICANDO


Graça e paz vos sejam multiplicadas, no pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor. 2 Pedro 1:2

Não é em nossa fé que devemos confiar, porém nas promessas de Deus. Quando nos arrependemos de nossas transgressões passadas, contra Sua lei, e resolvemos prestar obediência no futuro, devemos crer que Deus, por amor de Cristo nos aceita e perdoa nossos pecados.

As trevas e o desânimo virão, às vezes, ao coração e ameaçarão nos vencer; mas não devemos rejeitar nossa confiança. Precisamos conservar os olhos fixos em Jesus, sentindo ou não. Devemos procurar cumprir fielmente cada dever conhecido e então, calmamente, descansar nas promessas de Deus. [...]

Podemos não sentir hoje a paz e a alegria que sentíamos ontem, mas devemos, pela fé, segurar a mão de Cristo e confiar nEle tão completamente nas trevas como à luz.

Satanás poderá sussurrar: “Vocês são pecadores demais para que Cristo os salve.” Embora reconheçam que são realmente pecadores e indignos, vocês podem enfrentar o tentador com esta declaração: “Pela virtude da expiação, reclamo Cristo como meu Salvador.” [...]

Se permitíssemos que nossa mente se demorasse mais sobre Cristo e o mundo celestial, acharíamos um poderoso estímulo e amparo em guerrear as batalhas do Senhor. [...] Quando por tão longo tempo se permitiu à mente repousar somente em coisas terrenas, é difícil mudar os hábitos do pensamento. Aquilo que os olhos veem e os ouvidos escutam, muitas vezes atrai a atenção e absorve o interesse. Mas, se quisermos entrar na cidade de Deus e olhar para Jesus e Sua glória, precisamos nos acostumar aqui a contemplá-Lo com os olhos da fé. [...]

A santificação é uma obra progressiva. Os passos sucessivos são postos perante nós nas palavras de Pedro: “Reunindo toda a vossa diligência, associai com a vossa fé a virtude; com a virtude, o conhecimento; com o conhecimento, o domínio próprio; com o domínio próprio, a perseverança; com a perseverança, a piedade; com a piedade, a fraternidade; com a fraternidade, o amor” (2Pd 1:5-7). Eis aqui um procedimento pelo qual podemos ter certeza de que jamais cairemos. Aqueles que estão assim trabalhando sobre o plano de adição em obter as graças cristãs terão a certeza de que Deus operará de acordo com o plano de multiplicação, em assegurar-lhes os dons de Seu Espírito (Review and Herald, 15 de novembro de 1887).


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