terça-feira, março 05, 2013

A ALEGRIA DE APOIAR A OBRA DE DEUS


Senhor, nosso Deus, toda esta abundância que preparamos para Te edificar uma casa ao
Teu santo nome vem da Tua mão e é toda Tua. 1 Crônicas 29:16

Ao construírem o templo, o pedido de recursos encontrou corações voluntários em corresponder. Não deram com relutância. Regozijavam-se na perspectiva da construção de um edifício para adoração a Deus, e deram mais do que o necessário para esse desígnio. Davi bendisse o Senhor diante de toda a congregação, e disse humildemente que eles estavam apenas devolvendo o que era dEle.
Davi compreendia bem de onde lhe vinha toda a abundância. Quem dera que o povo de hoje, que se regozija no amor do Salvador, compreendesse que a prata e o ouro que possui são do Senhor e devem ser usados de modo a glorificá-Lo, e não os retendo de má vontade, para enriquecer e satisfazer a si mesmo! [...] Tudo quanto possuem é dEle.

Há elevados e santos objetivos que exigem recursos; e o dinheiro assim empregado proporcionará ao doador mais elevada e permanente alegria do que se fosse usado em satisfação pessoal ou acumulado de forma egoísta por ganância de lucro. [...]

Muitas pessoas retêm de forma egoísta os recursos de que dispõem e acalmam a consciência com a ideia de fazerem alguma coisa pela causa do Senhor depois de sua morte. Fazem testamento doando grande importância à igreja e aos vários ramos de atividade dela, e depois sossegam com o pensamento de que fizeram tudo quanto deles é exigido. Onde negaram o próprio eu por esse ato? Ao contrário, manifestaram a verdadeira essência do egoísmo. Quando não mais podem usar o dinheiro, propõem-se a dá-lo a Deus. Vão retê-lo, porém, enquanto puderem. [...]

Deus nos fez a todos Seus administradores, e em caso algum nos autorizou a negligenciar o dever, ou deixar a outros seu cumprimento. O pedido de recursos para levar avante a causa da verdade jamais será mais urgente do que agora. Nosso dinheiro nunca fará maior soma de bem do que no tempo atual. [...] Se delegamos a outros fazer aquilo que Deus pretendia que fizéssemos, prejudicamos a nós e Àquele que nos deu tudo quanto possuímos. [...] Deus gostaria que todo ser humano fosse, durante sua existência, o executor do próprio testamento a esse respeito (Review and Herald, 17 de outubro de 1882).


Para ouvir ou baixar esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


LIBERALIDADE NA OBRA DE DEUS


Nenhum homem ou mulher faça mais obra alguma para a oferta do santuário.
Assim, o povo foi proibido de trazer mais. Êxodo 36:6

Sob o sistema judaico, o povo era ensinado a cultivar o espírito de liberalidade, tanto em sustentar a causa de Deus como em socorrer os necessitados. Na colheita e na vindima, os primeiros frutos do campo – o grão, o vinho e o azeite – deviam ser consagrados em oferta ao Senhor. Os restos e os cantos dos campos eram reservados para os pobres. Os primeiros frutos da lã, ao serem tosquiadas as ovelhas, e dos cereais, quando o trigo era debulhado, deviam ser oferecidos ao Senhor; e fora ordenado que os pobres, as viúvas, os órfãos e os estrangeiros fossem convidados para seus banquetes. Ao fim de cada ano, exigia-se de todos que fizessem solene juramento quanto a haverem ou não agido segundo o mandamento de Deus.

Essa medida foi tomada pelo Senhor a fim de gravar no povo a ideia de que em tudo Ele devia ser o primeiro. Mediante esse sistema de beneficência, deviam ter em mente que seu benévolo Senhor era o verdadeiro proprietário dos campos, rebanhos e gados que tinham em seu poder; que o Deus do Céu lhes enviava o sol e a chuva para a sementeira e a sega, e que tudo quanto possuíam era criação dEle. Tudo era do Senhor, e Ele os fizera administradores de Seus bens.

A liberalidade dos judeus na construção do tabernáculo e na construção do templo mostra um espírito de beneficência não igualado pelos cristãos de qualquer época posterior. Eles haviam acabado de ser libertados de sua longa servidão no Egito, e andavam errantes no deserto; no entanto, mal foram livrados dos exércitos egípcios que os perseguiam em sua precipitada viagem, veio a Moisés a palavra do Senhor, dizendo: “Fala aos filhos de Israel que Me tragam uma oferta alçada; de todo o homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a Minha oferta alçada” (Êx 25:2).

Todos deram com espírito voluntário, não uma limitada porção de suas posses, mas uma grande quantidade do que tinham. Devotaram-no voluntária e alegremente ao Senhor, e foram-Lhe agradáveis assim fazendo. Não Lhe pertencia tudo? Não lhes havia Ele dado tudo quanto tinham? Se Ele o pedia, não era seu dever devolver-Lhe o que era dEle? Não foi preciso insistência. O povo levou ainda mais do que foi solicitado, sendo-lhes dito que parassem, pois já havia mais do que podiam empregar (Review and Herald, 17 de outubro de 1882).


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(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


O DONO DO UNIVERSO


O mundo é Meu e quanto nele se contém. Salmo 50:12
O fim de todas as coisas está às portas, e o que tiver que ser feito pela salvação de pessoas deve ser feito rapidamente. É por essa razão que estamos fundando instituições para a disseminação da verdade por meio da página impressa, para a educação dos jovens e recuperação dos doentes. No entanto, o egoísta e amante do dinheiro pergunta: “Qual é a utilidade de tudo isso, quando o tempo é tão curto? Não é uma contradição, no que diz respeito à nossa fé, gastar tanto em casas publicadoras, escolas e instituições de saúde?” Perguntamos em resposta: Se o tempo deve durar uns poucos anos mais, por que investir tanto em casas e terras, ou em desnecessárias e extravagantes ostentações, enquanto uma tão escassa quantia é dedicada à obra de preparação para o grande acontecimento que está diante de nós? [...]

É necessário que as casas publicadoras sejam mantidas e a mensagem da verdade seja proclamada a todas as nações da Terra.
As escolas foram estabelecidas para que nossos jovens e crianças possam receber educação e disciplina necessárias. [...] Nessas escolas, a Bíblia deve ser o principal objeto de estudo. Deve-se dar atenção tanto ao desenvolvimento das forças morais quanto intelectuais. Esperamos que nessas escolas possam ser preparados muitos obreiros fiéis que levarão a luz da verdade àqueles que jazem nas trevas.
Nas instituições de saúde, oferecemos um lugar em que o doente pode desfrutar dos benefícios dos agentes medicinais dos remédios da natureza, em lugar de viver dependente das drogas mortais. E muitos que encontrarem alívio dessa forma estarão de coração aberto para se render à influência da verdade. [...]

A riqueza é uma grande bênção quando utilizada de acordo com a vontade de Deus. Entretanto, o coração orgulhoso pode tornar a posse de riquezas uma pesada maldição. [...] Os que obtêm a maior alegria nesta vida são aqueles que fazem uso da generosidade divina, e dela não fazem mau uso. [...]

Deus é o legítimo dono do Universo. Todas as coisas pertencem a Ele. Cada bênção que o ser humano desfruta é o resultado da divina beneficência. [...] Ele justamente ordena que Lhe consagremos o primeiro e o melhor do capital que a Ele pertence e que a nós foi confiado. Se, portanto, reconhecermos Sua devida posição de soberania e bondosa providência, Ele empenhará Sua palavra de que certamente abençoará o restante (Review and Herald, 16 de maio de 1882).


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