segunda-feira, junho 03, 2013

FORTES EM CRISTO

Para que, segundo a riqueza da Sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o Seu Espírito no homem interior. Efésios 3:16

Nosso Salvador representa Suas exigências como um jugo, e a vida do cristão como um fardo. No entanto, em contraste com o poder cruel de Satanás e os fardos impostos pelo pecado, Ele declara: “Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mt 11:30).

Ao tentarmos viver a vida cristã, exercer suas responsabilidades e cumprir seus deveres, sem Cristo como ajudador, o jugo é torturante, o fardo, insuportavelmente pesado. Jesus, porém, não deseja que façamos isso. Ele convida o cansado e o sobrecarregado, dizendo: “Vinde a Mim [...] E Eu vos aliviarei. [...] Aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt 11:28, 29). Aqui é revelado o segredo do descanso que Cristo promete dar. Devemos ter Sua humildade de espírito, e encontraremos nEle a paz.

Muitos professam ir a Cristo, enquanto ainda se apegam aos próprios caminhos, que são como um jugo doloroso. O egoísmo, o amor ao mundo ou outro pecado cultivado destroem a paz e a alegria. Meus irmãos na fé, [...] lembrem-­se de que vocês estão a serviço de Cristo. Qualquer que seja seu fardo ou cruz, levantem-no em nome de Jesus; suportem-no na força dEle. Ele declara que o jugo é suave e o fardo é leve, e eu creio nEle. Provei a verdade de Suas palavras.

Aqueles que estão inquietos, impacientes e insatisfeitos sob o peso da preocupação e da responsabilidade buscam carregar seu fardo sem o auxílio de Cristo. Se Ele estivesse ao seu lado, a luz de Sua presença dispersaria toda sombra, a ajuda de Seu braço forte aliviaria cada fardo. [...]

Nós nos sobrecarregamos de cuidados e ansiedades desnecessários, e nos oprimimos com fardos pesados, pois não aprendemos de Jesus. [...] Os verdadeiros seguidores de Cristo diferem do mundo em palavras, obras e comportamento. [...]

Em todos os atos da vida devem os cristãos buscar representar a Cristo – buscar tornar atraente o serviço dEle. [...] Sejam as virtudes do Espírito manifestas em bondade, mansidão, paciência, boa disposição de espírito e amor. [...]

O amor a Jesus será visto, será sentido. Não se pode ocultar. Exerce um poder maravilhoso. Torna ousado o tímido, diligente o preguiçoso, sábio o ignorante (Review and Herald, 29 de novembro de 1887).

Para ouvir ou baixar esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


domingo, junho 02, 2013

EXPERIMENTANDO O PERDÃO

Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade e Te esqueces da transgressão do restante da Tua herança? Miqueias 7:18

Precisamos de maior fé em Jesus Cristo. Precisamos introduzi-Lo em nossa vida diária; então, teremos paz e alegria, e conheceremos por experiência pessoal o significado de Suas palavras: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo 15:10). Nossa fé deve reivindicar a promessa de que podemos permanecer no amor de Jesus. [...]

Oportunidades e privilégios preciosos nos são concedidos para sermos luz e bênção aos outros, fortalecendo sua fé e animando-os por meio da alegria celestial que brota de nosso coração. Podemos obter para nosso benefício raios preciosos de bendita esperança, paz e alegria plena e, ao procedermos assim, ajudamos todos com quem nos relacionamos. Em vez de reforçar a descrença e a dúvida, devemos inspirar esperança.

Saber por si mesmos que o perdão é oferecido amplamente para todo pecado é o privilégio de todos os que cumprem as condições para ter uma fé prática. Deus deu Sua palavra de que, se confessarmos nossos pecados, Ele deles Se esquecerá e nos purificará de toda injustiça. Abandonemos a incredulidade. Abandonemos a suspeita de que as promessas de Deus não se referem a nós. Elas são para todo transgressor arrependido. Deus é desonrado pela nossa descrença. Que todos aqueles que estão cheios de dúvida creiam plenamente nas palavras de Jesus e, daqui por diante, regozijem-se na bem-aventurança da luz. [...]

Mantemos o Salvador muito distante de nossa vida diária. Necessitamos de Sua constante presença como um Amigo estimado e digno de confiança. Devemos buscar Seu conselho para todos os assuntos. Devemos falar-Lhe a respeito de cada provação e, assim, obter força para enfrentar a tentação. [...]

O que mais podemos pedir a Deus que Ele já não nos tenha dado? Oh, o amor, o infinito amor de nosso bendito Senhor em Se dar em sacrifício por nós! Que alegria deve encher o coração do cristão, e que expressões de gratidão devem ser ouvidas de seus lábios, pois através do sangue de Cristo nos é possível receber o amor de Deus, ser um com Ele! [...] Ao crermos no Filho, seremos obedientes a todos os mandamentos do Pai, e teremos vida por meio de Jesus Cristo. [...]

Cristo é a nossa esperança e o nosso refúgio. Sua justiça é atribuída apenas ao obediente. Vamos aceitá-la pela fé, para que o Pai não encontre em nós pecado algum (Review and Herald, 21 de setembro de 1886).

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sábado, junho 01, 2013

PROMESSA DE DEUS

Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. Gênesis 3:15

Nessa primeira profecia registrada nas Escrituras encontra-se um indício de redenção. Essa sentença, apesar de fazer parte do pronunciamento contra a serpente, foi proferida aos ouvidos de nossos primeiros pais e, portanto, deve ser considerada como uma promessa. Ao mesmo tempo em que predizia guerra entre o ser humano e Satanás, declarava que o poder do grande adversário finalmente seria quebrado.

Adão e Eva se achavam como criminosos diante de seu Deus, aguardando a sentença que a transgressão atraíra sobre eles. Antes, porém, de ouvirem falar nos cardos e espinhos, na dor e na angústia que seria o destino deles, e do pó a que deveriam voltar, escutaram palavras que lhes deviam inspirar esperança. Embora sofressem pelo poder de seu adversário, poderiam aguardar no futuro a vitória final.

Deus declara: “Porei inimizade.” Essa inimizade é posta de forma sobrenatural, e não naturalmente concebida. Quando o ser humano pecou, sua natureza se tornou má, e ele estava em harmonia, não em discordância com Satanás. O orgulhoso usurpador, conseguindo seduzir nossos primeiros pais como havia feito com os anjos, achava ter assegurado a união e a cooperação deles em todos os seus empreendimentos contra o governo do Céu. Não havia inimizade entre ele e os anjos caídos. A despeito de qualquer discórdia que pudesse existir entre eles, estavam todos unidos, como anéis de aço, em sua oposição e ódio contra Deus. Mas, quando Satanás ouviu que a semente da mulher havia de esmagar a cabeça da serpente, soube que, embora ele houvesse tido êxito em depravar a natureza humana, e assimilá-la à sua, no entanto, por algum misterioso processo, Deus havia de restaurar aos seres humanos o poder perdido e habilitá-­los a resistir a seu conquistador e vencê-lo.

É a graça implantada por Cristo na vida que cria a inimizade contra Satanás. Sem essa graça, continuaríamos cativos de Satanás, servos sempre prontos a lhe cumprir as ordens. O novo princípio no coração cria conflito onde até então reinava a paz. O poder que Cristo comunica nos habilita a resistir ao tirano e usurpador. Sempre que se vê alguém aborrecer o pecado em vez de amá-lo, quando resiste àqueles desejos que exerciam domínio interior e os vence, vê-se aí a operação de um princípio inteiramente de cima (Review and Herald, 18 de julho de 1882).

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