sábado, agosto 03, 2013

NOVAS DE ALEGRIA

Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite. E um anjo do Senhor desceu onde eles estavam. [...] O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo. Lucas 2:8-10

Anjos contemplavam os cansados viajantes, acompanhando José e Maria enquanto eles se dirigiam à cidade de Davi para serem registrados, segundo o decreto de César Augusto. Eles foram àquela cidade pela providência de Deus, pois, de acordo com a profecia, era naquele lugar que Cristo deveria nascer. Procuraram lugar nas hospedarias, mas não encontraram acomodações para eles. Os ricos e nobres haviam sido recebidos com alegria.Tinham encontrado abrigo e refrigério, ao passo que os exaustos viajantes foram compelidos a procurar refúgio em um rústico estábulo, que abrigava animais irracionais.

Ali nasceu o Salvador do mundo. A Majestade da glória, que preenchia o Céu inteiro com admiração e esplendor, foi rebaixada a uma cama em uma manjedoura. No Céu, Ele estava cercado pelos santos anjos, mas ali Seus companheiros eram os animais do estábulo. Quanta humilhação! [...]

Como não havia ninguém entre os filhos dos homens para anunciar o advento do Messias, os anjos deveriam agora fazer o trabalho que era o honrado privilégio dos humanos fazerem. [...]

Humildes pastores, que estavam vigiando seus rebanhos à noite, foram os que receberam com alegria o testemunho angelical. [...] Não discerniram a princípio as miríades de anjos que estavam reunidas no céu. O esplendor e a glória das hostes celestiais iluminaram e glorificaram toda a campina. [...]

Os pastores encheram-se de alegria. Assim que a radiante glória desapareceu, e os anjos retornaram ao Céu, apressaram-se em compartilhar as alegres novas, partindo em busca do Salvador. Encontraram-nO, conforme testificara o mensageiro celestial, envolto em panos e deitado em uma estreita manjedoura.

Os eventos que haviam acabado de ter lugar causaram impressões permanentes na mente e no coração deles, e os deixaram repletos de admiração, amor e gratidão pela grande complacência de Deus para com a família humana em enviar Seu Filho ao mundo (Review and Herald, 17 de dezembro de 1872).

Para ouvir ou baixar esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


sexta-feira, agosto 02, 2013

UM POVO NÃO PREPARADO

Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o Seu povo dos pecados deles. Mateus 1:21

A nação judaica corrompeu sua religião com cerimônias e costumes inúteis. [...] A nação estava sob o cativeiro romano, que exigia o pagamento de impostos. Os judeus estavam descontentes com o cativeiro. Ansiavam pelo triunfo da nação por meio do Messias, o libertador poderoso predito na profecia. [...] Eles pensavam que Aquele que haveria de vir, em Seu advento, aceitaria honras reais e, pela força ou guerra, subjugaria seus opressores e assumiria o trono de Davi. Se eles, com humildade intelectual e discernimento espiritual, tivessem estudado as profecias, não se encontrariam em tão profundo erro como o de passar por alto as profecias que apontavam para Seu primeiro advento em humildade e de aplicar incorretamente as profecias que falavam de Seu segundo advento com poder e grande glória. [...] Não foram capazes de fazer distinção entre as profecias que apontavam para o primeiro advento de Cristo e as que descreviam Sua segunda vinda gloriosa. O poder e a glória descritos pelos profetas em Seu segundo advento, eles esperavam ver em Seu primeiro advento. [...]

Ao cumprir-se o tempo, Cristo nasceu em uma estrebaria, seu berço foi uma manjedoura, cercada pelos animais que ali se abrigavam. [...] Sua glória e majestade divinas foram veladas pela humanidade, e os anjos anunciaram Seu advento. A notícia de Seu nascimento foi recebida com alegria nas cortes celestiais, ao passo que os grandes homens da Terra de nada sabiam. [...] Eles aguardavam um príncipe poderoso, que reinaria no trono de Davi, e cujo reino duraria para sempre. Tais ideias orgulhosas e arrogantes a respeito da vinda do Messias não estavam em harmonia com as profecias que eles professavam estar aptos a explanar ao povo. [...]




Compreendeu-se no Céu que chegara o tempo para o advento de Cristo ao mundo, e os anjos deixaram a glória para testemunhar a recepção dEle por parte daqueles a quem viera abençoar e salvar. Haviam presenciado Sua glória no Céu. Esperavam que Ele fosse recebido com honras, de acordo com Seu caráter e a dignidade de Sua missão. [...] Os anjos do Céu testemunharam com assombro a indiferença do povo e sua ignorância com relação ao advento do Príncipe da Vida (Review and Herald, 17 de dezembro de 1872).

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(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


quinta-feira, agosto 01, 2013

IGUAL A DEUS

Pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus. Filipenses 2:6

O divino Filho de Deus era o único sacrifício de suficiente valor para satisfazer plenamente as reivindicações da perfeita lei de Deus. Os anjos eram destituídos de pecado, mas de valor inferior à lei divina. Estavam sujeitos à lei. [...] Eram seres criados, sujeitos ao juízo. A Cristo não foi imposta exigência alguma. Ele tinha poder para depor a vida e para reavê-­la. Não Lhe foi imposta a obrigação de realizar a obra da expiação. Ele fez um sacrifício voluntário. Sua vida era de suficiente valor para resgatar o ser humano de sua condição decaída.

As ofertas sacrificais e o sacerdócio do sistema judaico foram instituídos para representar a morte e a obra mediadora de Cristo. Todas essas cerimônias não tinham significação e mérito algum, a não ser em relação com Cristo, o qual era o fundamento de todo o sistema e o trouxera à existência. O Senhor havia tornado conhecido a Adão, Abel, Sete, Enoque, Noé, Abraão e a antigas pessoas ilustres, especialmente Moisés, que o sistema cerimonial de sacrifícios e o sacerdócio, por si mesmos, não eram suficientes para assegurar a salvação de uma só pessoa.

O sistema de ofertas sacrificais apontava para Cristo. Por meio desse sistema, os antigos contemplaram a Cristo e creram nEle. Foi ordenado pelo Céu para manter diante do povo a terrível separação que o pecado havia causado entre Deus e a humanidade, exigindo um ministério mediador. Por meio de Cristo, a comunicação interrompida por causa da transgressão de Adão foi restaurada entre Deus e o pecador decaído. [...]

O sistema judaico era simbólico e deveria permanecer até que a oferta perfeita tomasse o lugar da figurativa. [...] O povo de Deus, desde os dias de Adão até o tempo em que a nação judaica se tornou um povo separado e distinto do mundo, foi instruído a respeito do Redentor vindouro, representado pelas ofertas sacrificais. Esse Salvador faria o papel de mediador, colocando-Se entre o Altíssimo e Seu povo. Por meio dessa provisão, um caminho foi aberto por onde o culpado pecador pode ter acesso a Deus através da mediação de outro. [...] Unicamente Cristo era capaz de abrir o caminho, oferecendo um sacrifício à altura das exigências da lei divina. Era perfeito e incontaminado pelo pecado. NEle não havia mancha ou defeito (Review and Herald, 17 de dezembro de 1872).

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