sexta-feira, agosto 09, 2013

UM EXEMPLO PARA OS JOVENS

Crescia o Menino e Se fortalecia, enchendo-Se de sabedoria. Lucas 2:40

Os judeus tinham muitas ideias erradas acerca do Messias. [...] Esperavam a glória que será testemunhada na segunda vinda de Cristo, e não estudaram a Bíblia para que pudessem saber que Ele viria na primeira vez de maneira muito humilde. Mas Jesus, em Suas perguntas sobre as profecias que apontavam para Seu primeiro aparecimento, lançou luz na mente daqueles que estavam dispostos a aceitar a verdade. Antes de vir à Terra, Ele revelou tais profecias aos Seus servos, que as escreveram. Depois, ao Ele estudar a Bíblia, o Espírito Santo trouxe essas coisas à Sua mente e mostrou-Lhe a grande obra que Ele deveria realizar na Terra. À medida que crescia em conhecimento, comunicava conhecimento a outros. Embora fosse mais sábio do que os eruditos, não Se envaideceu, nem considerou uma indignidade realizar o serviço mais humilde. Participava dos encargos, junto com o pai, a mãe e os irmãos. Embora Sua sabedoria houvesse despertado a admiração dos doutores, sujeitou-Se humildemente a Seus tutores humanos, assumiu Sua parte nos encargos da família e trabalhou com as próprias mãos, como faria qualquer outro trabalhador. É declarado que Jesus, ao ficar mais velho, crescia “em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2:52).

O conhecimento que Ele diariamente obtinha de Sua maravilhosa missão não O incapacitava para a realização dos deveres mais humildes. Aceitava alegremente o trabalho que recai sobre os jovens que moram em lares humildes, afligidos pela pobreza. Compreendia as tentações das crianças, pois compartilhava suas tristezas e provas. Firme e resoluto era Seu propósito de fazer o correto. Embora outros tentassem levá-Lo a praticar o mal, Ele nunca fez o que era errado e não Se afastaria o mínimo que fosse da senda da verdade e do direito. Sempre obedeceu a Seus pais e cumpria cada dever que Lhe surgia no caminho. Mas Sua infância e juventude estavam longe de ser tranquilas e jubilosas. Sua vida imaculada despertou a inveja e o ciúme de Seus irmãos, pois não criam nEle. Incomodavam-se porque Ele não agia em tudo como eles e não Se lhes unia na prática do mal. Em Sua vida familiar, Jesus era alegre, mas nunca rude. Sempre mantinha a atitude de um discípulo. Tinha grande prazer na natureza, e Deus era Seu professor (Youth’s Instructor, 28 de novembro de 1895).

Para ouvir ou baixar esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


quinta-feira, agosto 08, 2013

O JOVEM JESUS

Crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens. Lucas 2:52

Antes de vir a este mundo, Jesus era um grande rei no Céu. Era importante como Deus, no entanto, amou de tal maneira o pobre povo deste planeta, que Se dispôs a colocar de lado Sua coroa real, Seu lindo manto e vir ao mundo como membro da família humana. [...] Ele poderia ter vindo à Terra com tal beleza que teria sido diferente dos filhos dos homens. [...] Poderia ter vindo de tal maneira que encantasse os que olhassem para Ele. Porém, essa não era a maneira planejada por Deus para que Ele viesse entre os filhos dos homens. Ele devia ser semelhante aos que pertenciam à família humana e ao povo judaico. Suas feições deviam ser como as dos outros seres humanos, e não devia ter tal beleza pessoal que o povo O apontasse como diferente dos outros. [...] Veio para ocupar nosso lugar, empenhar-Se em nosso favor, pagar a dívida que os pecadores deviam. Levaria uma vida pura sobre a Terra e mostraria que Satanás proferira uma falsidade quando alegou que a família humana lhe pertencia para sempre, e que Deus não conseguiria tirar os seres humanos de suas mãos.

A humanidade contemplou pela primeira vez Cristo como um bebê, como uma criancinha. Seus pais eram muito pobres, e Ele nada tinha na Terra senão o que os pobres possuem. Passou por todas as provas pelas quais os pobres e humildes passam desde o berço até à meninice, desde a juventude até à idade adulta. [...]

Em Sua juventude, Ele trabalhou com o pai no ofício da carpintaria, mostrando assim que no trabalho nada há de que se envergonhar. Embora fosse o Rei do Céu, trabalhou em ofício humilde, censurando, assim, toda a ociosidade dos seres humanos. [...] Os preguiçosos não seguem o exemplo de Cristo, pois desde a infância foi Ele um modelo de obediência e trabalho árduo. Ele iluminava o ambiente de seu lar. Fiel e alegremente cumpria Sua parte, fazendo os humildes deveres que era chamado a realizar em Sua vida modesta. Cristo Se tornou um conosco, a fim de que nos pudesse fazer o bem. [...] O Redentor do mundo não viveu uma vida de ócio e prazer egoístas. Não escolheu ser filho de um homem rico, nem ocupar posição na qual os seres humanos O exaltariam e O ficariam adulando. Enfrentou as dificuldades daqueles que se esforçam muito para obter o sustento e pode confortar todos aqueles que têm de trabalhar em humilde ofício. A história de Sua vida de labor está registrada para que possamos receber conforto (Youth’s Instructor, 21 de novembro de 1895).

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quarta-feira, agosto 07, 2013

UM EXEMPLO DE AMOR

Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam. Lucas 8:21

Jesus amava as crianças e sempre as influenciou para o bem. Importava-Se com os pobres e necessitados, mesmo em Sua infância. Por todos os meios brandos e submissos, Ele procurava agradar àqueles com quem estava em contato. Mas, apesar de tão brando e submisso, ninguém era capaz de levá-­Lo a fazer nada que fosse contrário à Palavra de Deus. Alguns admiravam Sua perfeição de caráter e, muitas vezes, procuravam estar com Ele. Outros, que consideravam mais as palavras dos homens do que a Palavra de Deus, afastavam-se dEle e evitavam Sua companhia. [...]

Ao contemplar Jesus as ofertas que eram trazidas ao templo como sacrifício, o Espírito Santo Lhe ensinou que Sua vida devia ser sacrificada pela vida do mundo. [...] Desde Seus tenros anos, fora guardado por anjos celestiais. Sua vida, contudo, era uma longa batalha contra os poderes das trevas. Satanás procurou de todos os modos tentá-Lo e prová-Lo. Levou as pessoas a entenderem mal Suas palavras, para que não recebessem a salvação que Ele viera trazer-lhes. [...]

Obedecia fielmente aos mandamentos de Deus, o que O diferenciava muito dos que estavam a Sua volta, pois negligenciavam a Palavra de Deus. Sua vida imaculada era uma reprovação, e muitos evitavam Sua presença, mas havia alguns que procuravam estar com Ele porque se sentiam em paz onde Ele estivesse. [...]

Não fracassava nem ficava desanimado. Jesus vivia acima das dificuldades de Sua vida, como estando à luz do semblante de Deus. Suportava os insultos com paciência e, em Sua natureza humana, tornou-Se um exemplo para todas as crianças e jovens.
Cristo demonstrou o mais profundo respeito e amor por Sua mãe. Embora ela sempre conversasse com Ele, na tentativa de que agisse conforme o desejo dos irmãos, Ele jamais lhe demonstrou a menor falta de afeto. [...]

Maria se sentia profundamente perturbada quando os sacerdotes e principais procuraram-na a fim de reclamar de Jesus, mas paz e segurança enchiam-­lhe o coração quando seu Filho lhe mostrava o que as Escrituras diziam a respeito de Suas práticas. Algumas vezes, ela hesitava entre Jesus e Seus irmãos, que não criam que Ele era o enviado de Deus, mas viu o suficiente para se convencer de Sua divindade (Youth’s Instructor, 12 de dezembro de 1895).

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