quarta-feira, outubro 02, 2013

GLORIFICANDO A DEUS

Para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Romanos 15:6

O supremo amor de Deus será revelado por todo verdadeiro seguidor de Jesus Cristo. [...] Somos Suas criaturas, obra de Suas mãos, e a Ele cabe o justo direito de ser reverenciado, honrado e amado. [...]

Com amor, além do desejo de nos elevar e enobrecer, Deus nos deu uma norma de obediência. Em assombrosa majestade, em meio de trovões e relâmpagos, Ele proclamou do Monte Sinai Seus dez preceitos santos. [...]

Deus viu a condição destituída de esperança do ser humano. Olhou com tristeza para o mundo, cuja degradação e pecaminosidade rapidamente cresciam. Não poderia mudar Sua lei a fim de adequá-la às deficiências humanas, pois Ele diz: “Não violarei a Minha aliança, nem modificarei o que os Meus lábios proferiram” (Sl 89:34). Mas em Seu grande amor pela humanidade, em Seu desejo de que o ser humano não fosse deixado a receber o castigo por sua transgressão, mas fôssemos elevados e enobrecidos, Ele “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). Cristo abandonou Suas vestes reais e veio para a Terra, trazendo consigo poder suficiente para vencer o pecado. Veio viver

a lei de Deus na humanidade, para que, participando de Sua natureza divina, possamos também viver a lei. [...]

Perante o universo celeste, perante os mundos não caídos e perante aqueles a quem veio salvar, Cristo viveu a lei de Deus. Por Sua suprema obediência às exigências da lei, exaltou-a e fortaleceu-a. Por Sua pureza, bondade, beneficência, devoção e zelo pela glória de Deus, por Seu incomparável amor por Seus semelhantes, tornou conhecida a perfeição da lei. Por Sua vida irrepreensível, ilustrou sua excelência. […]

Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. [...] Se nos aproximarmos de Deus, a infalível fonte de força, alcançaremos o cumprimento da promessa: “Pedi e recebereis” (Jo 16:24). [...]

Como Cristo viveu a lei na humanidade, assim podemos fazer, se nos apegarmos ao poderoso Deus em busca de força. Ao compreender que não podemos fazer nada de nós mesmos, receberemos sabedoria do alto para honrar e glorificar a Deus. E contemplando “a glória do Senhor”, seremos “transformados, de glória em glória, à Sua própria imagem” (2Co 3:18) (Signs of the Times, 4 de março de 1897).

Para ouvir ou baixar esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


Deus te abençoe!

terça-feira, outubro 01, 2013

A ETERNA LEI DE DEUS

Observarei de contínuo a Tua lei, para todo o sempre. Salmo 119:44

Quão maravilhosa em sua simplicidade, sua amplidão e perfeição é a lei de Jeová! [...]

Mas não existe mistério na lei de Deus. A mente mais fraca pode aprender essas regras para reger a vida e formar o caráter de acordo com a norma divina. [...]

O infinito sacrifício feito por Cristo para engrandecer e exaltar a lei testifica que nem um jota, nem um til dessa lei perderá sua validade perante o transgressor. Cristo veio para pagar a dívida que o pecador havia contraído pela transgressão e, por Seu exemplo, ensinar o ser humano a guardar a lei de Deus. Cristo disse: “Tenho guardado os mandamentos de Meu Pai”

(Jo 15:10). Em consideração a todos os fatos que tão claramente estabelecem os reclamos da lei de Deus, com o Céu e a vida eterna em vista para inspirar esperança e induzir o esforço, é inconcebível que tantos que professam ser servos de Deus ponham à margem Sua lei e ensinem aos pecadores que não são responsáveis para com os seus preceitos. Um grande engano! Satanás foi o primeiro a inventar essa heresia. Com isso, seduziu Eva para o pecado. Os tristes resultados dessa transgressão estão perante nós.

Cristo veio para nos ensinar o caminho da salvação. Se a lei dos Dez Mandamentos tivesse sido anulada, na ocasião em que as cerimônias simbólicas da antiga aliança deixaram de possuir qualquer valor – quando o tipo encontrou o antítipo na morte de Cristo –, poderíamos esperar que Ele declarasse a abolição dela. Se as Escrituras do Antigo Testamento não devessem ser mais consideradas como um guia para os cristãos, Ele tornaria conhecido esse fato. [...]

Santos profetas predisseram as circunstâncias do nascimento de Cristo, os eventos de Sua vida, missão, morte e ressurreição. Achamos no Antigo Testamento o evangelho de um Salvador vindouro. Encontramos no Novo o evangelho de um Salvador revelado segundo haviam predito as profecias. [...]

Não há desarmonia entre os ensinamentos de Cristo no Antigo e no Novo Testamento. [...]

Na última mensagem à Sua igreja, revelada em Patmos, o Salvador ressurreto pronunciou uma bênção a todo aquele que guarda a lei de Seu Pai: “Bem-aventurados aqueles que guardam Seus mandamentos, para que tenham o direto à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas” (Ap 22:14, ACF) (Review and Herald, 14 de setembro de 1886).

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Deus te abençoe!

UM DUPLO SISTEMA DE LEI

Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus. 2 Coríntios 5:21

O fato de o santo casal ter desprezado a proibição de Deus em um particular, transgredindo assim Sua lei, e como resultado ter sofrido as consequências da queda, deve impressionar a todos com a percepção correta do caráter sagrado da divina. [...]

O povo de Deus, a quem Ele chama Seu peculiar tesouro, fora privilegiado com um duplo sistema de lei: a moral e a cerimonial. A primeira aponta para a criação, a fim de lembrar que foi o Deus vivo que fez o mundo, cujos reclamos recaem sobre todos os seres humanos em todas as dispensações, e existirão por toda a eternidade. A segunda foi dada por causa da transgressão da lei moral por parte do ser humano. A obediência exigida por ela consistia em sacrifícios e ofertas que apontavam para a futura redenção. [...]

O amor de Deus para com a humanidade, que Ele criou à Sua própria imagem, levou-O a entregar Seu Filho para morrer pela transgressão humana. Para que o aumento do pecado não fizesse com que o ser humano se esquecesse de Deus e da redenção prometida, estabeleceu-se o sistema de ofertas sacrificais a fim de tipificar a oferta perfeita do Filho de Deus. [...]

Cristo Se fez pecado em favor da humanidade caída, tomando sobre Si a condenação que recaía sobre o pecador pela sua transgressão da lei de Deus. Cristo Se colocou à frente da família humana como seu representante. Tomou sobre Si os pecados do mundo. Em semelhança de carne pecaminosa, condenou o pecado na carne. [...]

A lei de Jeová, estabelecida na criação, foi resumida em dois grandes princípios: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes” (Mc 12:30, 31). [...]

Qual é a vontade do Pai? “Que guardemos os Seus mandamentos” (1Jo 5:3). [...]

A morte de Jesus Cristo pela redenção da humanidade ergue o véu e reflete uma torrente de luz centenas de anos no passado, sobre toda a instituição do sistema religioso judaico. Sem a morte de Cristo, todo esse sistema seria irrelevante (Review and Herald, 6 de maio de 1875).

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