domingo, novembro 03, 2013

A IDENTIDADE DO POVO DE DEUS

Santificai os Meus sábados, pois servirão de sinal entre Mim e vós, para que saibais que Eu sou o senhor, vosso Deus. Ezequiel 20:20

"Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os Meus sábados; pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica" (Êx 31:12, 13).

Não nos assinalam essas palavras como o povo denominado por Deus? E não nos declaram elas que, enquanto durar o tempo, devemos saber avaliar a sagrada distinção denominacional que nos é conferida? [...] O sábado não perdeu nada de sua significação. É ainda o sinal entre Deus e Seu povo, e o será para sempre. [...]

Deus está provando Seu povo para ver quem será leal aos princípios de Sua verdade. Nossa obra deve proclamar ao mundo a primeira, a segunda e terceira mensagens angélicas. No desempenho de nosso dever, não devemos desprezar nem temer nossos inimigos. Obrigar-nos por contratos ou mesmo em sociedades ou associações comerciais com os que não pertencem a nossa fé não está de acordo com o plano de Deus. Devemos tratar com bondade e cortesia os que se recusam a ser fiéis a Deus, mas nunca devemos nos unir a eles em associações que visem aos interesses vitais de Sua obra. [...]

Pondo nossa confiança em Deus, devemos progredir constantemente, fazendo Seu trabalho com abnegação, [...] confiando às Suas sábias providências, tanto a nós mesmos como tudo quanto se relaciona ao nosso presente e futuro, retendo firmemente o princípio da nossa confiança até o fim, lembrando que não recebemos as bênçãos do Céu pelos nossos merecimentos, mas pelos méritos de Cristo e nossa aceitação da abundante graça divina pela fé nEle.

Oro para que os meus irmãos reconheçam que a terceira mensagem angélica tem muito significado para nós, e que a observância do verdadeiro sábado se destina a ser o sinal que distingue os que servem a Deus dos que não O servem. [...] Somos convidados para ser santos, e devemos cuidadosamente evitar dar a impressão de que pouco importará o conservamos ou não os traços distintivos de nossa fé. Sobre nós, recai a solene obrigação de assumir uma conduta mais firme em favor da verdade e da justiça, do que fizemos no passado. A fronteira de demarcação entre os que guardam os mandamentos de Deus e os que não guardam deve ser revelada com clareza inequívoca (Review and Herald, 4 de agosto de 1904).

Para ouvir ou baixar esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/ ou ligue grátis: 0800-070-0606)


Deus te abençoe!

sábado, novembro 02, 2013

SEPARAÇÃO DO MUNDO

Sereis para Mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso. 2 Coríntios 6:18

Fui ordenada a chamar a atenção de nosso povo à instrução dada pelo Senhor a Israel a respeito da importância da separação do mundo. [...]

Sob o reinado de Davi, o povo de Israel obteve força e retidão por meio da obediência à lei de Deus. Porém, os reis que se seguiram esforçaram-se por exaltar a si mesmos. [...]

Deus os tolerou por muito tempo, chamando-os repetidas vezes ao arrependimento. Porém, eles se recusaram a ouvir e, por fim, Deus Se pronunciou em juízo, mostrando-lhes como eles eram fracos sem Ele. Viu que estavam determinados a seguir o próprio caminho e os entregou nas mãos de seus inimigos. [...]

As alianças feitas pelos israelitas com os vizinhos pagãos resultaram na perda de sua identidade como povo peculiar de Deus. Foram influenciados pelas más práticas daqueles com quem formaram alianças proibidas. A associação com os mundanos fez com que perdessem o primeiro amor e o zelo pela obra de Deus. As vantagens pelas quais se venderam apenas lhes trouxeram desapontamento, resultando na perda de muitas vidas.

A experiência de Israel será a experiência de todos os que buscam o mundo para obter força, desviando-se do Deus vivo. Os que abandonam Aquele que é poderoso e unem-se aos mundanos, colocando neles sua dependência, tornam-se fracos em poder moral, assim como aqueles em quem confiam.

Com súplicas e promessas, Deus sai em busca daqueles que cometem erros. Procura mostrar-lhes seu engano e levá-los ao arrependimento. Se, porém, recusarem-se a humilhar o coração diante dEle, se insistirem em exaltar-se acima dEle, Ele Se pronunciará em juízo. Aparência alguma de proximidade com Deus, afirmação alguma de conexão com Ele será aceita daqueles que persistem em desonrá-Lo ao apoiarem-se no braço do poder mundano.

Hoje, a Palavra de Deus para Seu povo é: "Retirai-vos do meio deles, separai-vos, [...] não toqueis em coisas impuras; e Eu vos receberei, serei vosso Pai, e vós sereis para Mim filhos e filhas" (2Co 6:17, 18). [...]




O povo de Deus deve se distinguir como um povo que se dedica inteiramente, de todo o coração, ao Seu serviço. Não buscam honra para si mesmos. Lembram-se de que por um solene concerto se comprometeram a servir ao Senhor, e a Ele somente (Review and Herald, 4 de agosto de 1904).

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sexta-feira, novembro 01, 2013

POVO PECULIAR

A Si mesmo Se deu por nós, a fim de [...] purificar, para Si mesmo, um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras. Tito 2:14

O Senhor escolheu para Si aquele que é piedoso. A consagração a ­Deus e a separação do mundo são claramente ordenadas tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Há um muro de separação que o Senhor mesmo estabeleceu entre as coisas mundanas e as coisas que Ele escolheu do mundo e santificou para Si. A vocação e o caráter do povo de ­Deus são pe­culiares, suas perspectivas também são, e essas pe­culiaridades os distinguem de todos os outros povos. Todo o povo de ­Deus na Terra é um corpo, desde o princípio até o fim do tempo. Ele tem uma Cabeça que dirige e governa o corpo. A mesma imposição feita ao antigo Israel pesa agora sobre o povo de ­Deus – serem separados do mundo. O grande Líder da igreja não mudou. A experiência dos cristãos nestes dias é muito semelhante às viagens do antigo Israel. [...]

Quando lemos a Palavra de ­Deus, fica claro que Seu povo deve ser pe­culiar e distinto do mundo incrédulo que o cerca. Nossa posição é interessante e temível. Vivendo nos últimos dias, como é importante que imitemos o exemplo de Cristo e andemos como Ele andou. [...]

Os servos de Cristo não devem ter seu lar nem tesouros aqui. Desejo que todos pudessem compreender que é apenas porque o Senhor reina que nos é permitido habitar em paz e segurança entre nossos inimigos. Não é privilégio nosso reivindicar favores especiais do mundo. Devemos consentir em ser pobres e desprezados entre as pessoas, até que o conflito termine e obtenhamos a vitória. Os membros do corpo de Cristo são chamados para sair do mundo, separando-se das amizades e do espírito mundano. Sua força e poder consistem em ser escolhidos e aceitos por ­Deus. [...]

O que Cristo foi neste mundo, Seus seguidores também devem ser. Eles são filhos de ­Deus e coerdeiros com Cristo. O reino e o domínio lhes pertencem. O mundo não compreende seu caráter e santa vocação. Sua adoção na família de ­Deus não é percebida. Sua união e amizade com o Pai e o Filho não é manifesta e, enquanto o mundo contempla sua humilhação e vergonha, não se revela o que eles são ou serão. São estrangeiros.

O mundo não os conhece, nem reconhece seus motivos (Review and Herald, 5 de julho de 1875).

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