terça-feira, outubro 09, 2012

CRISTO, TUDO E EM TUDO


Ele revelou todas as coisas diante de nós em Cristo, um plano de longo alcance em que tudo seria somado e resumido nEle, tudo nas profundezas do céu, tudo no planeta Terra. Efésios 1:10, The Message

Da folha em branco no início da Bíblia de uma mulher piedosa vem a seguinte demonstração do profundo amor por Jesus, a quem ela chamou “Cristo, Tudo e em Tudo”.

Ele é minha ressurreição e vida (João 11:25).
Ele é a verdade que me purifica (João 14:6).
Ele é o caminho no qual prossigo em segurança (João 14:6).
Ele é o Senhor que governa meu ser (João 20:28).
Ele é o mestre que me instrui (Apocalipse 3:2).
Ele é a raiz na qual eu cresço (Apocalipse 22:16).
Ele é o pastor que me guia (1 Pedro 5:4).
Ele é a água viva que sacia a minha sede (João 7:37).
Ele é o pão celestial que satisfaz a minha alma (João 6:48).
Ele possui o manto da justiça para me cobrir (Isaías 61:10).
Ele possui o “alimento” que me fortalece (João 4:32).
Ele possui o remédio que me restaura (Jeremias 30:17).
Ele é a luz que me guia (João 1:9).
Ele possui o ouro que me enriquece (Apocalipse 3:18).
Ele possui o vinho que me alegra (Salmo 104:15).
Ele possui a justiça que me justifica (Romanos 5:17).
Ele possui a misericórdia que me salva e a graça que me sustém (Hebreus 4:16).
Ele é a felicidade que coroa meu ser (Salmo 146:5).
Ele é a canção na qual me regozijo (Salmo 40:3).
Ele é o conforto na aflição (Salmo 34:19).
Ele é meu refúgio seguro do inimigo (Hebreus 6:18).
Ele é o profeta que aponta para o futuro (Atos 3:22).
Ele é a soma de todas as coisas (Efésios 1:10).


Para OUVIR esta meditação, acesse: http://www.redemaranatha.com.br/?cat=11

(Esta meditação faz parte do devocional “Jesus, a Preciosa Graça”, editado pela Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/produto-1252-meditacoes+diarias+2012+jesus+a+preciosa+graca+brochura.html ou ligue grátis: 0800-070-0606 )


segunda-feira, outubro 08, 2012

REI SEM COROA


Depois que Jesus nasceu em Belém da Judeia, nos dias do rei Herodes, magos vindos do oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: “Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Vimos a Sua estrela no oriente e viemos adorá-Lo.” Mateus 2:1, 2

Ele está sentado na encosta da montanha, uma pequena elevação coberta de grama é o trono desse Rei sem coroa. Multidões se aglomeram ao Seu redor – gente simples, pessoas pobres, pescadores e camponeses. Ele começa a falar – palavras inesperadas, surpreendentes, palavras que apresentam os princípios do reino que Ele veio estabelecer.

As aparências não revelam, mas Ele é rei de fato! Mateus, que descreve a cena e nos transmite Suas palavras, deixa isso muito claro. A primeira linha de seu Evangelho nos diz: “Registro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi” (Mt 1:1), mostrando que Jesus é descendente do monarca mais famoso de Israel, Davi. Apenas o Evangelho de Mateus registra que na ocasião do nascimento de Jesus os reis magos vieram do oriente com a pergunta: “Onde está o recém-nascido Rei dos judeus?” (Mt 2:2). Obviamente, essa pergunta atraiu a atenção de outro rei, Herodes o grande.

O Rei dos judeus não nasceu num palácio, mas numa estrebaria. Ele não foi colocado num berço real, mas numa manjedoura. Ele não foi observado pelos nobres da corte, mas pelos animais. Ironia suprema: nunca um rei entrou neste mundo de forma tão contrária às expectativas.

Ele foi um Rei sem coroa. A única coroa colocada sobre Sua cabeça foi a de espinhos feita pelos soldados romanos tomados de ódio e espírito de deboche. Mesmo assim, Ele usou uma coroa, não feita de ouro e joias preciosas, mas de valor infinitamente maior. Ele foi coroado com o amor, com a graça.

Os que buscavam um rei que usasse uma coroa convencional olharam para o Filho de Davi e enxergaram apenas um humilde camponês. Recusaram-se a levar a sério Suas palavras, Suas maravilhosas palavras de vida; recusaram-se a deixar o coração ser tocado por Sua compaixão e milagres. De forma alguma poderia Ele ser Rei – Ele não se encaixava no padrão.

Aqueles, porém, cujos olhos enxergavam, viram em Jesus alguém inteiramente amável, alguém totalmente cativante. Eles não O chamaram imediatamente de Rei (parecia algo muito distante), mas sabiam que nEle haviam encontrado alguém que desejavam ter por perto, alguém que queriam conhecer.

Jesus, reina em minha vida hoje!


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(Esta meditação faz parte do devocional “Jesus, a Preciosa Graça”, editado pela Casa Publicadora Brasileira. Se desejar adquirir para você ou para presentear familiares e amigos, acesse http://www.cpb.com.br/produto-1252-meditacoes+diarias+2012+jesus+a+preciosa+graca+brochura.html ou ligue grátis: 0800-070-0606 )



domingo, outubro 07, 2012

JUBILEU


Consagrem o quinquagésimo ano e proclamem libertação por toda a terra a todos os seus moradores. Este lhes será um ano de jubileu, quando cada um de vocês voltará para a propriedade da sua família e para o seu próprio clã. Levítico 25:10

Terras são bens valiosos. Na sociedade agrícola, a terra proporciona a base para o sustento. Para as pessoas dessa sociedade, perder a terra significa tornar-se nada, ter como única opção a escravidão.

Deus estabeleceu uma provisão cheia de graça para Seu povo, os filhos de Israel, quando fossem para Canaã após passarem séculos no Egito. Eles seriam fazendeiros, ligados à terra; mas não deveriam perdê-la permanentemente pela compra e venda. Inevitavelmente, alguns perderam as terras que receberam. Por motivo de enfermidade, tragédia, morte ou má administração alguns foram obrigados a vender tudo o que possuíam, incluindo a terra. Mas a venda da terra não seria definitiva.

No quinquagésimo ano, todas as dívidas eram canceladas. No quinquagésimo ano, a terra que havia sido vendida voltava aos proprietários originais. No quinquagésimo ano, reinava a liberdade. Era o ano de voltar para a propriedade dos antepassados; para reunir a família.

Isso quer dizer que todas as negociações que envolviam a aquisição de terras possuíam um fator temporário. O mercado imobiliário de Israel era governado por um ciclo de cinquenta anos. Se o jubileu estivesse longe, a terra tinha um valor mais alto; se o ciclo estivesse quase chegando ao fim, o preço caía.

Imagine o significado do jubileu para os membros de uma família que estavam vivendo na pobreza, destituídos de sua terra, trabalhando como escravos. Havia esperança. Os anos de trabalho escravo certamente teriam fim. Chegaria o jubileu e, ao décimo dia do sétimo mês (o Dia da Expiação), soaria o toque da trombeta, proclamando a liberdade.

Os princípios do jubileu – quitar, libertar, retornar, reunir – são a essência do evangelho. O jubileu está repleto de graça. Era uma ideia maravilhosa, uma ideia divina. Infelizmente, não há indicação de que os judeus o tenham colocado em prática. Podemos imaginar a relutância dos abastados proprietários de terras em simplesmente devolver as propriedades aos donos originais sem receber nenhum centavo em troca. Podemos imaginar os poderosos se unindo para privar o pobre. Isso aconteceu no passado e ainda acontece hoje. Mas, na graciosa provisão de Deus, Alguém viria ao mundo para proclamar liberdade, quitação, restituição, reencontro. Esse Alguém foi Jesus, o jubileu encarnado.


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